A Escola e o Aluno Angela Rizzo Fiúzza
Na formação do docente, a preocupação com o ensino transcende a disciplinarização dos conteúdos programáticos. O sujeito-aluno, envolvendo-se com o sujeito-professor, elabora e compartilha vivências. As ações acontecem num espaço em que há vida. A escola é o lugar onde os sujeitos da realidade convivem. Ela possui regras e normatiza a organização das atividades. É o lugar da construção da autonomia. Por isso, é preciso entender a dinâmica das trocas, da atuação individual e coletiva neste espaço que também é interdisciplinar. Lugar de sujeitos e de suas ações. Reconhecendo as possibilidades de contribuição, cada sujeito pode ampliar sua capacidade de intervenção na realidade. Nas muitas atividades – pensadas ou praticadas – consideramse as dificuldades (restritivas, porém, não impeditivas) e as necessidades, com vistas à superação das limitações próprias da falta de acolhimento adequado. Este livro focaliza o lugar. Ao contextualizá-lo, lança luz sobre a construção de sujeitos: sujeitos-professores e sujeitos-alunos. Sumário PARTE I 1 Pedagogia do Sujeito 19 Referências 29 2 Sujeitos, Aprendizagem e Experiência 33 2.1 A Educação diante do inesperado 34 2.2 Tomando as palavras 36 2.3 A experiência como possibilidade de aprender 38 Referências 42 3 O Lugar da Busca e a Busca do Lugar do Aluno 3.1 Desvelando o cotidiano para compreender a adolescência 44 3.2 Resgatando a memória 45 Referências 50 4 A Autoformação no Processo Ensino-Aprendizagem: 4.1 Alguns pontos de partida 51 4.2 O itinerário percorrido 52 4.3 Do vivido aos movimentos de teorização: um olhar problematizador sobre a autoformação 55 Referências 59 PARTE II 5 O Lugar do Aluno na Escola 63 5.1 Preliminares 63 5.2 Qual escola? 64 5.2.1 A escola como agência social do ensino: a criança, o adolescente 5.2.2 O aluno na estrutura didática do Sistema Nacional de Ensino 64 5.3 O lugar do aluno na escola 67 5.3.1 A escola como edifício escolar: os diversos locais dos alunos 67 5.3.2 O aluno na sala de aula: do preceptorado ao ensino coletivo 5.4 A escola como grupo social: o lugar dos alunos dos grupos 69 5.4.1 Como os alunos se juntam (e se afastam): formas 5.4.2 Crianças e adolescentes: os grupos de idade 70 5.4.3 Meninos e meninas: os grupos de gênero 71 5.4.4 Os grêmios estudantis: os grupos associativos na escola 72 5.4.5 Comunidade e renda: reflexos nos grupos do “status social” do aluno 73 5.4.6 As séries e as classes: os grupos de ensino 74 5.5 O que mantém a coesão dos grupos de alunos 75 5.5.1 Os mecanismos de coesão grupal na escola 75 5.5.2 Como influenciar pessoas: alunos líderes e liderados 75 5.5.3 Como se espera que os alunos se comportem 76 5.5.4 As punições pelos desvios de conduta 77 5.5.4.1 Sanções administrativas 78 5.5.4.2 Sanções pedagógicas 78 5.5.4.3 Sanções grupais 78 5.5.5 Os sistemas simbólicos da escola 79 5.6 Conclusão 79 Referências 80 6 Demandas do Aluno no Projeto Pedagógico 83 6.1 A voz do aluno no projeto político-pedagógico da escola 90 6.2 Conhecendo a realidade do aluno 94 6.2.1 Comparando a construção do projeto político-pedagógico de uma 6.3 Demandas do aluno no projeto pedagógico da escola 98 Referências 102 7 Planejamento das Práticas Pedagógicas a partir do Sujeito103 7.1 Primeira reflexão: apresentação 103 7.2 Segunda reflexão: os sentidos e seus significados 104 7.3 Terceira reflexão: o planejamento e a prática docente interdisciplinar 109 7.4 Quarta reflexão: planejamento das ações pedagógicas a partir 7.5 Quinta reflexão: planejamento das práticas pedagógicas a partir 7.6 Sexta reflexão: planejar é importante 120 Referências 121 8 Inclusão e Cidadania: Possibilidade e Prática123 Referências 132
|
|
| Todos os direitos reservados © Editora Avercamp | Design e Desenvolvimento: www.lummi.com.br | Política de Privacidade |